25 de novembro de 2008

Melhor Amiga...

Conheci Alexandra quando ainda éramos crianças, para ser mais exato na fila do algodão doce no aniversario da Fernanda. Nos tornamos amigos logo de cara, alias não era muito dificil pegar amizade com aquela baixinha.
Passamos nossa infância inteira juntos. O tempo passou e veio a adolescência e nos unimos mais ainda nessa fase, não tenho outra lembrança se não as noites em claro conversando, rindo, chorando ou até mesmo aqueles momentos em que o silencio dominava e logo em seguida caiamos na gargalhada.
Terminamos o ensino médio com total tranqüilidade e logo estávamos a um passo da faculdade, íamos cursar áreas diferentes, mas não conseguíamos ficar separados até porque era desde o jardim de infância estudando junto, então resolvemos ir para a mesma universidade ( você deve estar se questionando se não nos desgrudávamos... e a resposta é NÃO, não conseguíamos fazer nada sem a ajuda, o auxilio ou apenas o apoio do outro) e assim enfrentávamos mais uma fase de nossas vidas.
Já estávamos a algum tempo na faculdade quando Alexandra conheceu Henry, um inglês que estava por um tempo no Brasil.
De inicio confesso que me mordia de ciúmes, até porque ela não fala em outra coisa a não ser ele, mas logo cai na real e parei com essa bobagem. Depois de dois meses ele e Alexandra começaram a namorar. Percebi que nos afastamos um pouco, mais não ia bancar o amigo ciumento, ainda mais vendo ela tão feliz do jeito que tava.
O tempo passou de pressa e já estávamos comemorando nossa formatura e foi quando eu vi que minha vida iria perder seu sentido (esta parecendo papo de um cara abandonado, sem namorada ou amigos, mas não é bem assim. Bom, deixa eu continuar explicando que logo vocês entenderão.)
E como já dizia Shakespeare:

“Depois de algum tempo você descobre que as pessoas com quem você mais se importa são tomadas de você muito depressa.”

E foi com esse trecho em mente que recebi a noticia da proposta que ofereceram a Henry para voltar para a Inglaterra com um ótimo emprego e blábláblá, mas tinha um porem, Henry tinha se apaixonado por Alexandra como nunca ocorreu em sua vida e que não iria aceitar deixar-la aqui e viajar sozinho, correndo o risco de nunca mais vê-la.
Alexandra pediu algumas semanas para poder pensar na proposta, mas em poucos dias já tinha aceitado e corrido atrás de toda documentação.
A viagem aconteceria em três meses e acreditem, demorei mais para escrever essa historia do que esse tempo a passar. E lá estava eu, três meses depois no aeroporto me despedindo de uma amiga que não tinha uma só lembrança que ela não aparecia rindo ou chorando, perdendo ou ganhando junto comigo.
E novamente aqui estou eu, sete anos depois, no mesmo aeroporto esperando Alexandra voltar com meu afilhado. Sim as coisas por lá estavam tão bem que até eu acabei ganhando. Não perdemos o contato nesse meio tempo, mas nenhuma carta ou e-mail substitui uma noite inteira de conversa com minha melhor amiga
Não posso dizer que me arrependo de alguma coisa nessa vida, mas honestamente lamento não ter aproveitado ao maximo nossos momentos juntos.
Agora terei que ir, já foi anunciado o pouso do avião de Alexandra e irei esperar-la no portão de embarque!
Até a próxima!
'Conto inspirado na minha bést mais bést³ de todas!'
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Obrigado,
Rodrigo.

Comunicando

Os contos são narrativas curtas, com situações fantasiosas criadas pela grandeza de um imaginário (momento aula de literatura ;P). Assim, todo leitor que se preze não poderia deixar de sentir-se atraído por estes textos tão envolventes. No everything não podia ser diferente! Como devem ter percebido, no último post apresenta um conto emocionante inspirado em João Felipe. O primeiro de uma série incrível de contos que teremos o prazer de ler Çç Baseada em características de conhecidos, estas narrativas nos farão rir, aprender e refletir sobre vários aspectos da vida.
"Everything sai na frente, publicando contos de pessoas reais como eu e você C;"
' orgulho deste garoto (:
By: - Lele

23 de novembro de 2008

Falta de tempo...


Tinha 16 anos quando notei que três anos da minha vida se passaram sem ao menos perceber, o porque não tenho certeza até hoje.
Talvez seja esse meu jeito destraido de ser ou porque estava fazendo tantas coisas que o tempo passou sem ao menos me dar qualquer satisfação.
Hoje, ao completar 19 anos, estava me lembrando dos meus 15 e não enxergo nada mais em minhas lembranças do que a pressa que eu tinha por fazer tantas coisas ao mesmo tempo.
Era trabalhos escolares (sim, eu era um aluno dedicado ao colégio),ou ajudando meu tio na loja de informática. Bem não era um trabalho considerável, mas o que eu ganhava não dava pra dizer que era feito caridade e ajudava bastante naqueles tempos.
E pra completar minha tão corrida adolescência, durante a noite eu fazia um curso técnico de eletromecânica. Era legal, mas deixava minha rotina semanal mais exaustiva ainda.
Não sei como arranjei tempo para me apaixonar por Elaine, uma garota lá da escola que sempre ao passar em minha frente deixava longos sorrisos e profundos olhares sobre mim.
Por conta de Elaine percebi que tudo que estava fazendo, toda aquela correria e falta de tempo, não estava me levando a lugar nenhum naquele momento.
E foi numa sexta-feira de Março que pude comprovar isso, Elaine marcará sua tão planejada festa de 15 anos justamente no dia e que o meu professor do curso marcou o teste para o estagio em uma empresa qualquer (bem, não era uma empresa qualquer, só uma especializada no ramo onde eu cursava), tentei de todas as formas fazer o professor adiar o teste mais nada feito, ele era muito complicado(para não dizer outra coisa) e difícil de lidar e acabou por deixar naquele dia mesmo.
Acabei por não ir a festa de Elaine e fazer a maldita prova, que posteriormente fiquei sabendo que não tive sucesso algum.
Após o final de semana culpado por não ter ido a festa de Elaine, chegou segunda-feira e de volta as aulas não se falava de outra coisa se nao era o aniversario.
Elaine ficou desepsionada por eu nao ter ido e nao olhava na minha cara durante todo o período, fui conversar com um colega para saber com detalhes o que tinha acontecido e segundo o que ele me disse, ela teria contado para uma amiga que estava afim de mim e que se tivesse ido na festa talvez teria rolado alguma coisa.
Fiquei totalmente desconcertado após saber disso, tentei por varias vezes ter uma chance com Elaine depois disso, mas ela sempre dava a mesma desculpa: "Você não foi na minha festa!".
Se passaram alguns meses e por ter mudado de escola quase que nao via Elaine.
Resolvi largar o curso e o emprego na loja do meu tio, talvez volte quando conseguir conciliar mais as coisas e as pessoas.
Aprendi que responsabilidade vem com o tempo e que só conseguimos fazer varias coisas ao mesmo tempo (se conseguimos) no tempo certo.
Hoje, estou prestes a entrar numa faculdade de arquitectura e consegui um estagio em uma empresa do ramo e depois do episódio do aniversario de Elaine, nunca deixei de me divertir e de estar disposto para as pessoas que amo e sem hipocrisia? Hoje sou mais feliz dando um passo de cada vez!

'Cronica'(isso é uma cronica?) inspirada no Joao Felipe, um amigo um tanto quanto 'ocupado'!


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Obrigado,
Rodrigo.

19 de novembro de 2008

Ser melhor...


"Vivemos esperando o dia em que seremos melhores. Melhores no amor, melhores na dor.Melhores em tudo."
(J Quest - Dias melhores.)
O que é ser melhor ou pior que alguém?
Quem define o que é melhor?
Por que define?
Para que define?
Vejo nesses últimos tempos pessoas pisoteando pessoas para se mostrarem melhores que as outras, pessoas matando pessoas para imporem sua religiao, crença e cor por se sentirem melhores.
E o que leva a essas melhoras?
Será que é possivel um ser humano, imperfeito como somos melhorar?
Será que existe possibilidade de uma pessoa ser melhor com outras, simplesmente por ser?
Será que veremos um dia, todas as religioes pregarem a seus seguidores a consideraçao com o seu proximo?
Será que existe melhora para a humanidade?
Você, sinceramente se acha melhor ou pior que alguem? Por que?

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Obrigado,
Rodrigo.

15 de novembro de 2008

Tempestade


"Seu amor foi como uma tempestade de verão, rapida e desastrosa. No começo sentia suas gotas refrescarem minha alma, hoje vejo a destruiçao que causou ao meu coraçao"


Sem mas por hoje...
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Obrigado,
Rodrigo.

13 de novembro de 2008

Prova de Amor

Conhecia Monique na faculdade já fazia um tempo, mas creio que me apaixonei desde a primeira vez que a vi.

Lembro-me que nas primeiras semanas já éramos amigos e meses depois começamos a namorar. Monique era uma garota incrível, meiga e muito bonita, estava realmente apaixonado por ela.

Estávamos prestes a completar um ano de namoro quando recebi um telefonema em meu serviço, ao atender reconheci a voz de Amélia, minha sogra totalmente apavorada. Já nervoso pedi que ela se acalmasse e me explicasse melhor o que estava acontecendo, ela parecia muito transtornada e não conseguia dizer o que tinha ocorrido, apenas disse onde estava.

Desliguei o telefone e, deixando tudo no trabalho fui correndo ao seu encontro, ao entrar no quarto daquele hospital vejo Amélia sentada próximo a uma cama entregue as lagrimas, sem entender nada dirigi meu olhar para a maca e vejo Monique enfaixada quase que o corpo inteiro, incluindo sua face. Nesse momento meu mundo perdeu o chão, parecia estar despencando em um buraco sem fundo, ver Monique toda enfaixada e com vários aparelhos entubados em seu corpo me deixou totalmente sem reação e completamente sem rumo.

Aproximei-me de Amélia e coloquei minha mão sobre seu ombro e não consegui pronunciar uma palavra se quer, pois o nó que tinha em minha garganta não permitia. Ficamos minutos ali, em profundo choro até que o medico chegou para dar noticias sobre o estado de Monique.

Segundo ele o acidente tinha sido muito grave, e com a explosão do veículo alem de ter queimado grande parte de seu corpo, afetou sua visão. Aquilo tudo parecia um grande pesadelo que eu não conseguiria acordar nunca, passei aquela semana inteira ao lado de Monique no hospital totalmente desacordada. No final de semana, Amélia pediu que eu fosse para casa descansar. Acatei seu pedido, mas não adiantou muito, pois em casa conseguia dormi menos ainda do que no hospital e também chorava bastante.

Na segunda-feira pela manha passei na empresa e expliquei o que tinha acontecido, consegui um tempo de licença para poder ficar com ela, ao chegar ao hospital antes do almoço encontro meus sogros saindo do quarto, bastante abalados indo almoçar.

Perguntei como estava Monique e Amélia não conseguindo se conte saiu chorando, deixando que Adriano me desse às notícias sobre a filha. Ele me levou até uma sala que se encontrava no andar e pediu que eu me sentasse para ele explicar melhor o que estava acontecendo.

Adriano de cabeça baixa começou a contar que Monique tinha acordado no final de semana, então o interrompi:

-E ela perguntou por mim?

Segundo o que ele respondeu a memória dela tinha sido afetada e que ela mal reconheceu os pais, não conseguia acreditar naquilo e pedi para vê-la. Ele concordou e desceu ao encontro de Amélia.

Ao entrar no quarto vi que Monique dormia e me aproximei da cama, ao segurar em suas mãos comecei a chorar, ela acordou assustada comigo, sem entender muita coisa falei:

-Sou eu meu amor!

Ela não reconhecendo minha voz começou a gritar apavorada, pedia que ela se acalmasse, mas parecia que quanto mais falava pior ela ficava, chegou o medico e pediu que eu me retirasse, pois ela não podia se agitar daquela forma, Adriano falou para eu não voltar mais lá por um tempo, não consegui atender ao seu pedido, ia todos os dias para o hospital saber noticias sobre o estado de minha namorada.

Meu peito passava apertado quase o dia todo, até que depois de um mês que Monique estava internada ouvi o medico dizer que ela precisaria de um transplante ocular e que a caminharia para a fila de doação.

Ao escutar isso outra bomba caiu sobre minha cabeça. Tentei entrar no quarto, mas Adriano me impediu, implorei por noticias, mas ele me pediu que fosse embora, não conseguia compreender o porquê daquilo tudo então resolvi ir atrás do medico que cuidava de Monique.

Ele me falou pouca coisa, apenas disse que ela realmente iria precisar de um transplante ocular, e assim que conseguisse demoraria poucos meses para ela receber alta. Por um lado fiquei aliviado, mas acabei me lembrando que nessa fila alem de existirem varias pessoas esperando, o risco dela não conseguir o transplante era muito grande.

Peguei meu carro e fui para a praia mais perto dali, precisava por meus pensamentos em ordem para tomar uma decisão.

Após um dia inteiro na beira da praia, pude organizar minhas idéias e decidir o que iria fazer.

No dia seguinte voltei ao hospital e fui falar com o medico, meu coração batia acelerado e eu estava muito nervoso, contei tudo que estava planejando fazer e meus motivos, ele muito surpreso com minha atitude perguntou se era isso mesmo que eu queria e que não teria mais volta.

Fiquei um tempo a pensar, mas já estava decidido era aquilo que iria fazer e não mudaria de idéia naquele momento!

Não comuniquei minha decisão aos meus sogros, apenas pedi para conversar com Monique que, ao me ouvir ficou assustada pedi que me deixassem a sós com ela para que pudéssemos conversar.

Essa foi uma conversa muito dolorosa para mim, Monique dizia que por estar daquela forma não queria que eu me prendesse a ela, pois ela mal se lembrava de mim e que eu estaria livre para seguir minha vida. Aquelas palavras não cabiam em meu coração e a dor que sentia era imensa, disse que nunca a abandonaria e muito menos naquele momento. Ela não queria me ouvir, parecia estar decidida e terminou comigo naquele dia mesmo.

Aquilo me provocou tamanha tristeza, mas o amor que sentia por ela não conseguia se conte em meu peito e não voltaria atrás em minha escolha.

Assinei toda a papelada do transplante e em uma semana depois, estava entrando na sala de cirurgia, pedi sigilo absoluto ao medico quanto ao comunicar meus sogros quem era o doador e assim foi feito. A cirurgia foi um sucesso, Monique recebeu alta meses depois totalmente recuperada.

Já se passaram quinze anos e hoje, quando fui ao banco pude reconhecer sua voz, não sei se ela se lembrou de mim, mas ao sentir sua presença, pude sentir todo o amor guardado em meu peito por tanto tempo pulsar forte novamente.

Não me arrependo do que fiz e se pudesse teria feito mais por Monique, tenho vontade de contar que quem fez a doação para ela fui eu, mas o tempo é justo e se encarregara disto! Até hoje não consegui esquecer-la e muito menos apaixonar-me de novo, mas isso não me importa, mesmo sozinho o amor que tenho em meu peito é suficiente para me fazer acordar dia após dia!


Minha interpretaçao desse video:
http://br.youtube.com/watch?v=fwp9jl3aRfo


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Obrigado,
Rodrigo.

10 de novembro de 2008

Dar Valor as Coisas Simples da Vida


Em uma manha cinzenta de um dia qualquer eu caminhava rumo à padaria quando um

jovem mímico me parou oferecendo uma única flor um tanto quanto desbotada.

Recusei e continuei andando, confesso que nos primeiros passos não dei a mínima importância para aquela flor ou para o garoto, mas ao me aproximar da padaria um grande arrependimento tomou conta de mim.

‘’Deixa disso, você não tem tempo para perder com essas bobagens. ’’

Entrei na padaria e comprei o que precisava, ao sair vejo de longe um casal de adolescentes que foram parados pelo mímico da mesma forma que eu.

Fiquei observando a reação daquele adolescente que, diferente de mim, recebeu a tão desbotada flor de outrora e após dar um beijo naquele misero símbolo o entregou a sua namorada que com os olhos cheio de lagrimas o agradeceu com um longo abraço.

‘’Hum... Crianças’’

Tentei não dar importância para aquela cena durante o dia só que não consegui tirar a flor, o mímico e o casal um momento se quer de meu pensamento.

Não entendia o real sentido daquilo tudo então resolvi voltar a praça onde se encontrava o mímico ao entardecer e o revi com uma flor na mão, percebi que ele sorriu ao me ver e estendendo a flor em direção fui até ele e apanhei a flor e de imediato um grande alivio invadiu minha alma, mas não compreendia o significado daquilo tudo.

No dia seguinte retornei a praça aonde aquele jovem garoto se encontrava e fiquei a observar-lo de longe e vi muitas pessoas fazerem o mesmo que eu fiz.

Ao entardecer o significado daquela simples flor e a missão daquele jovem mímico. Pude perceber que os valores de minha vida eram tão óbvios que ela já tinha perdido o sentido.

A partir daquele dia passei a dar valor às coisas simples da vida, antes que minha vida perdesse seu valor.



Minha autoria C:

Comentem!
Obrigado,
Rodrigo.

9 de novembro de 2008

Amizade


QUE É UM AMIGO?
"É uma pessoa com quem nos atrevemosa ser o que somos verdadeiramente.
Nossa alma pode se mostrar sem máscaras a ele.
Um amigo é aquele que nos pede que nada ornemos,não simulemos e sejamos simplesmenteo que somos.
Ele não nos deseja nem melhor nem pior do que somos.
Sentimos diante dele o que deve sentir o prisioneiro que acaba de serreconhecido inocente.
É desnecessário, com ele, estar precavido.
Podemos dizer tudo quanto pensamos,exprimir todos os nossos sentimentos.
Nada o surpreende, nada ofende, enquanto formos o que na verdade somos.
Um amigo compreende as contradições de nossa natureza, que fazem com que os outros nos julguem mal.
Com ele, respiramos livremente.
Podemos nos pôr à vontade,retirar nosso casaco e desabotoar nosso colarinho,confessar nossas pequeninas vaidades, nossas invejas, nosso ódios e nosso ímpeto de má intenção,nossa mesquinhez e nossa práticas absurdas.
A medida que nos abrimos com ele,tudo isso se perde, se funde no oceano puro da lealdade."
(Frank Hall Crane)
O que seria uma amizade verdadeira?
Alguem ja teve, viu, sentiu, sonhou com uma?
Ah que resiste? ou em que consiste?
Deixem seus comentarios!
Obrigado,
Rodrigo!

5 de novembro de 2008

O Tempo




"No alto dos Alpes, entre Veneza e Viana, foi construido um trilho...muito tempo antes de um trem existir por ali!!"
(Sob o Sol da Toscana)
O Tempo...

O tempo...coisa mais misteriosa esse talzinho né!? Quando precisamos que ele passe mais devagar, só de proposito ele passa como um trem, em alta velocidade!
Ou quando precisamos que ele corra como uma aguia, livre no ceú parece que insiste em nos castigar... transformando minutos em looongas horas!
Pois é...Tempo:
Amigo ou Inimigo????
Ele nos ajuda de fato a esquecer aquele amorzinho que nao deu certo?
Ou ele nos castiga, fazendo nos lembrar hora apos hora, dia ápos dia, de que nao deu certo?
Qual é a funçao dele?
Pra que veio?
Pra que vai?
Por que passa tao rapido, sem ao menos nos explicar por que tanta pressa?
Pois bem, fica a questao pra voces!
Tempo:
Amigo ou Inimigo?

Comentem!
Obrigado,
Rodrigo!